No final da caminhada, decido-me a desconstruir a barba, já bastante lastimosa e precisada. E ligo a voz dum rádio ali ao lado, para ter a certeza de que ainda há mundo. Logo eles me recordam que um gesto qualquer desconstrói não sei o quê.
Lá fico eu sem certezas nenhumas, e questiono-os. Mas eles não me sabem responder. Sugerem só que puseram a ladrar as névoas em que se perdem.
É então que eu vou fazer a barba.