domingo, 16 de novembro de 2014

Futricas outra vez!

«O governo prepara-se para aprovar o novo EMFAR *** nos próximos dias, sem ouvir os principais interessados, precisamente os seus destinatários, e sem ter integrado as Associações Profissionais de Militares nos Grupos de Trabalho como a Lei Orgânica nº 3/2001 estabelece. Como vem sendo habitual, o Governo vai mascarar esse seu procedimento com uma “comunicação” apressada do que fez às APM (que pretenderá fazer passar por audição, a fim de contornar a Constituição e a Lei, aspectos em que se vem revelando exímio), depois de tudo estar decidido.
No final do processo, depois de impor as suas condições, o Governo afirmará que o documento mereceu a concordância dos Chefes Militares, como, também, tem sido habitual.
O EMFAR traz GRAVÍSSIMAS alterações que vão ainda piorar, MUITÍSSIMO, as legítimas expectativas e, com isso, a vida dos Militares, especialmente os do Activo, bem como a das suas Famílias (assim indicam os "rumores" que nos têm chegado (...)»

*** Estatuto dos Militares das Forças Armadas

Troco

Em entrevista à Visão, disse o SG do PCP que a substituição da liderança no PS, pelo Costa, não foi mais que "um processo de mudança de caras". Assim mesmo e só!
Ora isto (em linguagem despida dos véus de uma certa urbanidade e da dita boa educação), é o mesmo que mandar à bardamerda 200 mil cidadãos eleitores da área do PS, envolvidos no assunto.
Pela parte que me toca, e é alguma, deixo aqui, a Jerónimo, o troco. Exactamente na mesma moeda, a igual câmbio. Vá bardamerda mais os seus palpites!

Visto de longe

Parece um texto chato. Mas é leitura útil.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Com a verdade me enganas!

[Martin Luther King, líder dos direitos cívicos na América, assassinado a tiro em 1968]
Foram sempre assim. Estes acabam sempre por tirar a máscara, quando isso já não servir a ninguém.

Futricas aos comandos. Ainda por cima cretinos chapados.

"A Força Aérea pediu ao ministro da Defesa que aprove a "convocação de militares na reserva de disponibilidade", com vista a ultrapassar a situação crítica que a falta de militares bombeiros está a ter na execução e segurança da atividade aérea. Num memorando enviado a José Pedro Aguiar-Branco, o general José Araújo Pinheiro, Chefe do Estado-Maior da Força (CEMFA), deixa claro que a situação "está a pôr seriamente em causa a capacidade da Força Aérea para garantir a prestação de assistência e socorro nas suas unidades."
Se o ministro da Defesa aprovar a convocação dos militares bombeiros na reserva, os interessados terão de se oferecer para prestarem serviço durante quatro meses, prorrogáveis até um ano. Ainda segundo o CEMFA, de um efetivo total de 115 militares bombeiros, a partir desde mês "o efetivo real passará a ser de 64 militares."
[António Sérgio Azenha, CM de 2014NOV14]