segunda-feira, 1 de agosto de 2016

2001 Odisseia no Espaço

Há quatro milhões de anos, um monolito de origens nunca desvendadas aparece no vazio original. Um grupo de símios pré-humanos parece ter captado dele a secreta mensagem dum misterioso conhecimento: descobre o instrumento que lhe aumenta o poder físico de agressão, o que lhe permite vencer e dominar outros grupos de símios concorrentes.
Mais tarde, já com o homem lançado na exploração espacial, chegam à Terra sinais de que o misterioso monólito foi encontrado soterrado (na Lua, num planeta do sistema solar?!).
Ele continua a transportar consigo o conhecimento, cuja origem continua por desvendar. Não parece que fosse o Verbo bíblico, muito posterior; nem sequer o fogo, que o Prometeu mitológico furtou aos deuses e entregou aos humanos: antes era o instrumento, que permitia potenciar as suas capacidades e aumentar o seu poder.
É durante a viagem espacial americana que surge o conflito homem/máquina, peça essencial da narrativa de Kubrik. O HAL 9000, computador de última geração criado em Langley, que tem a cargo a gestão integral da nave, e não tem qualquer sinal de falha no currículo.
Desta vez parece que há. E a tripulação humana acaba por se impor e desligar a máquina.
Filme belíssimo, do mestre Kubrik, vencedor do Óscar de efeitos especiais de 1968, num tempo em que na América se fazia bom cinema. Com um desfecho em que os enigmas iniciais se mantêm. Poderia ser de outra maneira, na espantosa aventura que a vida é?!

domingo, 31 de julho de 2016

Trudeau e o Canadá que andava a fazer falta

Aqui e ali.

Ouve só

Olha e cala-te!

Pro bono

A dona NATO tem ao seu serviço uma lista de lacaios da desgraçada Europa, onde pontuam uns ingleses que tentam sobreviver, uns franceses em busca da identidade perdida, e o célebre turco Erdogan, o cavalo de Tróia novo. Porque os rapazes do Texas gostam mais de putas e de coca-cola do que de sujar as botas.
Depois dos crimes da Líbia, do Egipto e do Iraque, estava na lista a Síria do Assad. Porém este, que tinha as costas quentes da Rússia do Putin, saudou-os de longe e mandou-os levar na anilha. Correu a bombas-barril os rebeldes da primavera, encurralou-os em Alepo e condenou-os à fome. Por fim abriu-lhes um corredor de salvamento e mandou-os matá-la aos restos da lixeira.
Eles lá foram. E o Putin deu mais uma lição a quem a quiser tomar. Mandou dizer que por enquanto é pro bono.

sábado, 30 de julho de 2016

O paraquedista da propaganda

O autarca propagandista, que atira pela janela meio milhão de euros do orçamento camarário em alindamentos de rotundas, aparece a lamentar que a redução de portagens na A23 e A25 seja tão exígua e insignificante.
A cidade tem a decadência a que está condenada e bem merece. Por falência do PS distrital, inçado de seguristas, carreiristas e colaboracionistas. Perdeu tudo quanto tinha, e era muito, para Viseu, Covilhã e Castelo Branco.
Nem o cu da Guarda, nem o anjo dela, lhe podem valer!

Onze dias, onze, porra!

Até que o André Macedo pôs o lombo a jeito e mudaram a albarda.
Vão-se foder todos juntos, que é como vão acabar.

No alpendre, ouvindo ao longe um cão

Lírica antiga, que algumas cabeças ainda guardam!

Noite escura, noite escura,
Eu bem sei quem te arreceia:
Quem tem um amor pastor
E lhe vai levar a ceia!